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Policial baleado em atentado que matou ‘Neguinho Boiadeiro’ afirma que não era segurança particular

‘Pirauá’ afirma que tinha parentesco com ‘Boiadeiros’ e não fazia segurança particular do vereador assassinado.

Por Assessoria de Comunicação - Sindpol | 17 de novembro de 2017 às 11:25

 

O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) rebateu, na manhã desta sexta-feira (17), a acusação de que o policial civil Joaquim Lins Neto, conhecido como Pirauá, era segurança do vereador Adelmo Rodrigues de Melo, o Neguinho do Boiadeiro.

 

De acordo com o Sindpol, a diretoria visitou Joaquim para prestar apoio e disponibilizar do setor Jurídico do Sindicato o advogado Welton Roberto a fim de acompanhá-lo, caso for necessário.

 

O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, indagou Pirauá se ele era segurança do vereador Adelmo Rodrigues de Melo – o Neguinho do Boiadeiro. O policial civil respondeu que era um absurdo o que estão comentando, porque ele estava com o vereador no momento do atentado. O policial civil informou que ele tem parentesco com Boiadeiro, possuindo envolvimento familiar, e não sendo um segurança, como foi divulgado.

 

Pirauá também relatou que ação criminosa foi muito rápida, não dando tempo para ele ver o rosto de pistoleiros, que assassinaram o vereador. “Quando entramos no carro, já foram atirando de longe”, disse.

 

O Sindpol destacou que o policial civil Pirauá tem 33 anos de polícia, já teve quatro Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) e está com está 80% de perda da visão do olho esquerdo. Ele nunca foi envolvido em crimes. Depois desse trágico ocorrido, o policial civil revelou que vai pedir aposentadoria da Polícia Civil.

 

O presidente do Sindpol informa que o Sindicato acredita nas instituições e nas investigações que devem ser sérias e com total lisura.

 

No caso das acusações em que a família de Boiadeiro cita nome de outro policial civil, o Sindpol também disponibiliza o setor Jurídico, caso seja necessário. Para o Sindicato, quem acusa, tem que apresentar subsídio concreto.

 

O Sindpol informou que acompanhará o desenrolar das investigações e dará todo apoio aos policiais civis para evitar que um inocente seja preso por conta da pressão para elucidar o caso.

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