Ex-secretário de finanças de Mata Grande rebate prefeito interino e diz que deixou documentos

Aquilles Mandú que todos os documentos foram deixados e que acusações não passam de mais uma armação política.

Por Assessoria de Comunicação | 9 de janeiro de 2018 às 12:21

 

As acusações feitas pelo prefeito interino Franklin Lou foram rebatidas nesta terça-feira, 9, pelo ex-secretário de finanças da Prefeitura de Mata Grande, Aquilles Mandú. Franklin registrou um Boletim de Ocorrência alegando falta de documentos.

 

Mas para Aquilles, a ação não passa de mais uma armação do grupo político que segundo ele, já é conhecido pela população, PF e pelo judiciário alagoano. “Eles estão fazendo isso para provocar um caos na administração pública e colocar em situação emergencial forçada, sendo assim conseguirão realizar licitações para fazer uso de empresas sem licitação favorecendo ele e os aliados a surrupiar o dinheiro público. Prática comum em gestões anteriores, temos como exemplo ações do GECOC que apuraram desvio de verbas e licitações fraudulentas que resultaram no mandado de prisão do ex-gestor em julho de 2017.” Ressaltou.

 

Ainda segundo Aquilles, o grupo político teria praticado arruaças ao ter quebrado a porta de algumas salas. “Não precisava disso, a prefeitura tem um funcionário que é responsável somente pelas chaves do órgão público, era só informar que ele ia lá e abriria tranquilamente.”

 

Sobre os documentos, o ex-secretário disse ter provas que foram deixados todos os arquivos, inclusive ele possui cópias e que irá providenciar as medidas necessárias perante a polícia e a justiça.

 

Aquilles ainda esclareceu que a folha do dia 20 não é pagamento e sim o repasse da câmara municipal. Ele ainda informou que foram deixados cerca de R$ 3.300.000 em caixa para que fosse efetuado o pagamento dos servidores, terço de férias, de alguns que ainda não receberam.

 

Ele finalizou informando que a Prefeitura tinha uma herança de Gestões anteriores que geram milhões de débitos, a exemplo do parcelamento que foi feito para pagamentos da previdência que bloqueia cerca de R$ 80 mil mensais do FPM, débito de precatórios provocados por demissões no ano de 97 e 98 na administração do então prefeito Hélio Brandão.

 

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